Benefícios por incapacidade
O CID M53.1 identifica a síndrome cervicobraquial — dor cervical que se irradia para ombro, braço e, em alguns casos, até a mão, causada por compressão ou irritação de nervos que saem da coluna cervical. Assim como a cervicalgia, não gera benefício automático: depende de comprovação da incapacidade.
Entenda seus direitos
A síndrome cervicobraquial afeta principalmente pescoço, ombros e membros superiores, com dor, formigamento, perda de força e, em casos mais avançados, limitação de movimento do braço. É frequente em atividades que exigem esforço repetitivo ou posturas inadequadas mantidas por longos períodos.
Quando há relação clara com a atividade profissional, o quadro pode configurar acidente de trabalho (LER/DORT), o que muda o tratamento previdenciário do caso: dispensa carência para o benefício por incapacidade e garante estabilidade de 12 meses após o retorno ao trabalho.
Requisitos
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Agendar consulta Falar no WhatsAppDúvidas frequentes
Não. A cervicalgia (M54.2) é dor cervical localizada; a síndrome cervicobraquial (M53.1) envolve irradiação da dor para o braço, geralmente por compressão nervosa. São diagnósticos diferentes, embora possam coexistir na mesma pessoa.
Em tese sim, mas é incomum: exige que a limitação seja reconhecida como impedimento de longo prazo em avaliação biopsicossocial, o que normalmente só ocorre em casos crônicos e bem documentados, associados a outras limitações.
Cabe recurso administrativo ao CRPS, no prazo de 30 dias, ou ação judicial com nova perícia. Reforçar o processo com exames de imagem recentes e relatórios detalhados costuma ser decisivo nessa segunda análise.
Sim, traumas cervicais por acidentes de trânsito são uma causa comum, o que pode inclusive gerar direito a outras indenizações civis, além dos benefícios do INSS.
É um dos sintomas, mas o diagnóstico depende de avaliação médica e, geralmente, de exames complementares que confirmem a origem cervical do quadro.
Pode, quando associada a esforço repetitivo ou postura inadequada no trabalho, mediante comprovação do nexo causal com a atividade exercida.
Depende da causa (hérnia de disco, estenose, etc.); o tratamento pode ser conservador ou cirúrgico, conforme indicação do especialista, o que também influencia o tempo de afastamento.
Sim, se restar redução permanente da capacidade de trabalho após a consolidação do quadro, mesmo sem impedir totalmente a atividade exercida.
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